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Publicado em: 15 de agosto de 2016

Ginecologia aposta em cirurgias minimamente invasivas

As cirurgias minimamente invasivas são um avanço tão benéfico frente à abordagem convencional que vêm sendo cada vez mais indicadas nos casos de histerectomias, cistos ovarianos, miomas e até alguns tipos de câncer ginecológico. No Hospital Cárdio Pulmonar, a equipe de Ginecologia realiza o procedimento há dois anos e contabiliza resultados positivos.
“O tempo de recuperação depende de que tipo de cirurgia está sendo feita. O que podemos afirmar, categoricamente, é que tanto maior seja o tamanho da cicatriz na abordagem convencional, bem menor será o tempo de recuperação da mesma cirurgia em uma abordagem minimamente invasiva”, afirmou o coordenador de Ginecologia, o ginecologista Deraldo Falcão.
Deraldo Falcão explica que em alguns casos de exceção, apenas, o método é contra-indicado. Cabe ao cirurgião fazer essa análise individualizada do paciente, avaliando a situação clínica, o histórico cirúrgico e dados de exames físico, laboratorial e de imagens.
Na cirurgia minimamente invasiva as incisões menores implicam em menos dor, menor necessidade de uso de analgésicos, retorno mais rápido às atividades funcionais, menor risco de infecções, menor risco de ruptura de pontos, menor risco de hérnias e cicatrizes menores. Em alguns casos, as pacientes ficam até sem cicatrizes aparentes, conforme salienta o especialista.
O grupo Gemini atua na Ginecologia da Cárdio Pulmonar há aproximadamente dois anos, mas seus cirurgiões já contabilizam experiência de 10 anos em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas.

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