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Publicado em: 15 de junho de 2015

Dia Nacional de Combate à Infecção Hospitalar tem adesão do Cárdio Pulmonar

Apesar de ser o método de maior impacto e eficiência na prevenção da infecção hospitalar, a taxa de adesão à higienização das mãos é de cerca de 50% em todo o mundo. No Dia Nacional de Combate à Infecção Hospitalar – 15 de maio -, o alerta é do infectologista Alan Neves, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Cárdio Pulmonar (CP), que inicia nesta sexta-feira uma campanha para reforçar a adesão à prática.
A campanha reforça os protocolos implantados pelo Cárdio com vistas à garantia da assistência segura e com qualidade. “A higienização das mãos é considerada uma prioridade institucional, envolvendo todos, incluindo setores administrativos, assistenciais e de apoio e sendo extensiva a familiares e acompanhantes”, diz Alan Neves.
Para garantir a estratégia, dispensadores com soluções alcoólicas são disponibilizados em todos os pontos de assistência do Cárdio Pulmonar. “O uso do álcool tem sido priorizado no ambiente hospitalar em relação à lavagem com água com sabão, pois é mais rápido, mais acessível, mais eficaz e causa menos dano à pele”, explica.
Momentos de higienização
Ainda segundo o especialista, no ambiente hospitalar, a higienização das mãos deve ocorrer em cinco momentos considerados determinantes na assistência segura: “Antes do contato com o paciente; antes de realização de procedimentos assépticos; após risco de exposição a fluidos potencialmente contaminados; após contato com o paciente; e após contato com áreas próximas ao paciente”, enumera.
A Diretora de Qualidade e Segurança, Iolanda Peltier Rocha, alerta que a higienização das mãos não deve ser unicamente realizada pelos profissionais de saúde. “As mãos de qualquer pessoa podem transmitir bactérias causadoras de infecção hospitalar. Assim, é fundamental a adesão de familiares e acompanhantes de paciente”, orienta a gestora.
“O controle da infecção hospitalar continua sendo um grande desafio das unidades de saúde, diante da sua elevada prevalência, gravidade e custo associado ao tratamento”, conclui o infectologista.

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