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Publicado em: 13 de outubro de 2017

Cárdio Pulmonar adere ao movimento global World Thrombosis Day

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O Hospital Cárdio Pulmonar integra o movimento global de conscientização acerca das patologias Tromboembolismo Venoso (TEV) e Embolia Pulmonar, seus fatores de risco e prevenção, com foco prioritário nos pacientes hospitalares, durante a permanência em UTI e após a alta hospitalar. Com uma programação entre os dias 16 e 20 de outubro, a unidade visa envolver equipe médica, integrantes, pacientes e familiares em ações educativas e de conscientização que contam com a participação dos estudantes da Liga de Cardiologia (Lacoba).

Nos dias 17 e 20, acontece uma palestra para os integrantes, às 7h30, no auditório do Prédio Administrativo.

O encontro e toda programação estão sendo coordenados pelos cardiologistas Eduardo Darzé, Luiz Ritt e Adriano Oliveira. A ação de conscientização tem foco nos pacientes e conta com orientações sobre a doença e entrega de material impresso.

“O tromboembolismo venoso (TEV) é uma das causa mais comuns de morte hospitalar, que, na maioria dos casos, pode ser prevenida”. O alerta, por ocasião do Dia Mundial da Trombose, 13 de outubro, é do coordenador de Medicina Cardiovascular do Hospital Cárdio Pulmonar, o cardiologista Eduardo Darzé.

O especialista chama a atenção para os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo os quais as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em todo o mundo. E entre as ocorrências cardiovasculares mais letais estão o ataque cardíaco, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o Tromboembolismo Venoso (TEV).

O TEV, conforme destaca Darzé, é “uma condição potencialmente muito grave” que consiste na formação de um coágulo sanguíneo (ou trombo) no sistema venoso, parte da circulação que leva o sangue de volta ao coração.

Segundo o especialista, o TEV pode se apresentar de duas formas relacionadas.

“Na maioria dos casos, os trombos se formam nas veias das pernas, síndrome conhecida como Trombose Venosa Profunda (TVP). Quando parte desse trombo se desgarra, “viaja” na circulação sanguínea até ficar presa nos vasos do pulmão. Essa condição grave e responsável pelas mortes dos pacientes com TEV é conhecida como Embolia Pulmonar (TEP)”, esclarece.

De acordo com a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), a doença causa 108 eventos a cada 100 mil pessoas/ano, o que significa 250 mil novos casos de TEV documentados nos Estados Unidos em um ano. Entretanto, como um percentual significativo de pacientes não tem o diagnóstico confirmado ou morre antes do tratamento, a estimativa é que haja, ao menos, o dobro do número de casos reportados.

No Brasil, não há registros precisos, mas calcula-se que, a cada mil habitantes, um ou dois sejam acometidos por trombose venosa profunda e embolia pulmonar, conforme informado em 2011 pelo Ministério da Saúde.

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