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Seu Direito << voltar

É seu direito:

Receber um atendimento digno e respeitoso, sendo acolhido de forma humanizada, livre de preconceito e discriminação quanto à raça, cor, idade, diagnóstico, credo, sexo ou qualquer outra forma de preconceito por parte de todos os profissionais que atuam no Hospital Cárdio Pulmonar.

Ter asseguradas sua privacidade, individualidade, segurança, integridade física, considerando os recursos, procedimentos de segurança estabelecidos e as instalações do Hospital Cárdio Pulmonar.

Ter preservadas a sua imagem e identidade, e ser respeitados os seus valores éticos e culturais, independentemente de seu estado de consciência.

Ser tratado pelo seu nome, jamais pela designação de sua doença, por um número ou código, ou ainda qualquer forma pejorativa, desrespeitosa ou preconceituosa. Em nosso hospital, além do seu nome, sua identificação deve conter o seu número de registro, essencial às normas de segurança hospitalar.

Ter asseguradas a confidencialidade sobre seus dados pessoais e prontuário, através do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública.

Poder identificar os profissionais que atuam direta ou indiretamente em sua assistência. Para tanto toda a nossa equipe utiliza crachás contendo foto, nome, cargo e/ou função em local visível do corpo.

Conhecer as normas e regulamentos do Hospital Cárdio Pulmonar.

Receber esclarecimentos sobre os documentos e formulários que lhes sejam apresentados para assinar, em linguagem clara e simples que permita sua compreensão e entendimento para uma escolha consciente.

Receber do médico e dos demais membros da equipe multidisciplinar explicação sobre o(s) tratamento(s) proposto(s), seus riscos, benefícios, complicações potenciais durante o procedimento e, na fase de recuperação, alternativas e chances de êxito, bem como os riscos da não realização do mesmo. A explicação deve ser em linguagem clara para que o paciente/familiar possa compreender.

Consentir ou recusar procedimentos diagnósticos e terapêuticos, de forma livre e voluntária, após ter recebido adequada informação, desde que consciente, com saúde psíquica preservada e não esteja em risco de morte. Consentir ou recusar tratamento de manutenção das funções vitais e de serviços de ressuscitação. No caso de impossibilidade de expressar sua vontade, o consentimento ou recusa deve ser dado, por escrito, por seu familiar ou responsável legal.

Revogar o consentimento anterior a qualquer instante, por decisão livre, consciente e esclarecida, sem que lhes sejam imputadas sanções morais ou legais.

Solicitar segunda opinião em relação ao seu diagnóstico ou tratamento e, se desejar, substituição do médico responsável pelo seu atendimento, conforme política do Hospital Cárdio Pulmonar. Em se tratando de segunda opinião, o custo desse médico deve ser arcado pela família ou paciente.

Ser informado sobre as pesquisas clínicas realizadas no Hospital Cárdio Pulmonar que representem uma opção de tratamento experimental e/ou alternativo para sua patologia, recebendo explicações acerca dos riscos e benefícios e, assim, poder recusá-los ou aceitar sua inclusão em um destes protocolos.

Ter acesso ao seu prontuário de acordo com a legislação vigente e conforme norma do Hospital Cárdio Pulmonar. Este deve ser elaborado de forma legível e incluir o conjunto de documentos padronizados com informações a respeito do histórico do paciente, início e evolução da sua doença, condutas terapêuticas e demais anotações pertinentes.

Receber informação sobre os medicamentos que lhe serão administrados, assim como ser informado, quando solicitar, sobre procedência do sangue ou hemoderivados para transfusão, bem como a comprovação das sorologias efetuadas e a sua validade.

Poder indicar familiar ou responsável legal para tomar decisões a respeito dos procedimentos diagnósticos ou terapêuticos, inclusive no que se refere a tratamentos, cuidados e procedimentos extraordinários para prolongamento da vida. Aplicável a maiores de 18 anos ou legalmente emancipados.

Receber tratamento hospitalar adequado para avaliação e gerenciamento da dor, bem como gerenciamento das suas necessidades em situações de final de vida de acordo com diretrizes ou protocolos clínicos existentes no hospital.

Ter respeitada sua crença espiritual e religiosa e de receber ou recusar assistência moral, psicológica, social e religiosa, considerando as normas de segurança assistencial do hospital.

Receber visitas de amigos e parentes em horários que não comprometam as atividades dos profissionais que atuam no serviço, de acordo com as normas e regulamentos do hospital.

Ter acesso às contas detalhadas referentes às despesas de seu tratamento, incluindo exames, medicações, taxas hospitalares e outros procedimentos médicos, bem como à tabela de preços e serviços hospitalares oferecidos pelo hospital, segundo o vínculo do paciente a um plano ou seguro saúde ou atendimento particular.

Manifestar suas queixas e preocupações para direção do hospital, através do Serviço de Atendimento ao Cliente, e receber esclarecimentos pertinentes, de acordo com as normas e regulamentos do hospital.

Não ter nenhum órgão retirado do seu corpo sem sua prévia autorização, da família ou do responsável legal, nos casos de comprovada incapacidade de manifestação de vontade do paciente.

Receber assistência respeitosa e compassiva no fim da sua vida e ser tratado com dignidade e respeito após sua morte. Os familiares ou responsáveis devem ser avisados imediatamente após o óbito.