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Cárdio Pulmonar apresenta experiências de sucesso em modelos assistenciais

Publicado em: 21 de agosto de 2019

pre_conahp_1 Experiências bem sucedidas do Hospital Cárdio Pulmonar (HCP) em modelos assistenciais que representam maior qualidade no tratamento do paciente e priorizam a sustentabilidade do sistema de saúde foram apresentadas no Seminário Pré-Conahp Salvador. A atividade, nesta terça-feira (20), no Wish Hotel da Bahia, foi uma preparação para o Congresso Nacional de Hospitais 2019, de 26 a 28 de novembro, em São Paulo.

Os cases foram comentados pelo diretor Médico e de Qualidade, Eduardo Darzé, que representou o Cárdio Pulmonar no talk show “Implementação de Novos Modelos Assistenciais Baseados na Entrega de Valor para o Paciente x Sustentabilidade Econômica das Instituições”.
Duas iniciativas do planejamento estratégico do HCP para atender aos desafios de saúde foram destacadas. “Citei o programa de qualidade e segurança e eficiência operacional, que resultou na certificação de qualidade da JCI [2017], o programa de gestão do corpo clínico e a nossa iniciativa para redesenhar o foco assistencial, com um modelo que atendesse aos desafios de sustentabilidade e que também resolvesse algumas lacunas e problemas relacionados aos modelos tradicionais”, explica.
Entre os problemas, como enumera o gestor, está um modelo de assistência altamente fragmentada, setorizada e pouco coordenada, com baixa sinergia entre equipes médicas e o espaço das instituições, sem interação. “Outro entrave é o modelo que privilegia o hospital como centro de tudo, um modelo caro e de alta complexidade no qual a maioria dos pacientes não precisa estar e que acaba prejudicando a assistência primária”, diz.
O Hospital Cárdio Pulmonar, como pontuou Darzé, adotou um modelo baseado em linha de cuidado, que olha a assistência de forma mais integral e horizontal, com processos que vão da prevenção à reabilitação, passando por todo tipo de cuidado do qual o paciente precisa, dentro e fora do hospital. “A assistência é feita pelo médico e pela equipe multidisciplinar, que é engajada e empoderada para atuar, além de ser fortemente baseada em dados”, completa.
“Temos dois grandes exemplos de sucesso, dentro da linha de cuidado da assistência cardiovascular, que resultaram em economias e contribuições para a sustentabilidade do sistema. Um deles foi integração das equipes pré-hospitalar e hospitalar no atendimento a casos de infarto e AVC”, lembra.
Foi construído um fluxo assistencial com a empresa Vitalmed, com treinamento dos médicos da ambulância, de forma que o diagnóstico e o acionamento da equipe que faz a abertura da artéria e reperfusão são feitos antes mesmo de o paciente chegar ao hospital. “Reduzimos em cerca de 15 minutos o tempo de abertura da artéria do cérebro e do coração, fazendo toda a diferença na entrega de valor para o paciente, que tem reduzidas ou eliminadas possíveis sequelas na fala, na locomoção e na reintegração ao trabalho, por exemplo”, enumera, destacando a significativa redução no custo com a menor permanência no hospital.
Assistência integrada

O programa de assistência integrada para tratamento de insuficiência cardíaca, dentro da medicina cardiovascular, foi o outro destaque apresentado. “O foco vai além das fronteiras do hospital, garantindo acompanhamento ambulatorial mais proativo e engajamento e autonomia das equipes multidisciplinares, sobretudo da enfermagem”, comenta.
“A ação foi capaz de garantir redução no tempo de permanência hospitalar do paciente em 1,5 dia, além de favorecer um acompanhamento sistemático na alta, com ações de educação e incentivo do autocuidado. O paciente sai do hospital com orientações para que reconheça quando está tudo bem, quando deve buscar auxílio da equipe multidisciplinar ou procurar a emergência”, explica.
O programa de reabilitação cardíaca do HCP também foi citado pelo gestor como uma das ferramentas que tem impacto direto na recuperação do paciente, além de prevenir readmissões. “Conseguimos diminuir o tempo de permanência, reduzimos à metade as readmissões e obtivemos queda de 25% do custo global com os cuidados ao paciente com insuficiência cardíaca”, comemora o cardiologista Eduardo Darzé.



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